A policial Andressa Regene, que foi recentemente empossada como a nova chefe da Delegacia da Polícia Rodoviária Federal em Foz do Iguaçu, afirmou que suas principais metas à frente da instituição na fronteira são o combate aos crimes transnacionais e diminuição do número de acidentes graves.
O trecho atendido pela PRF de Foz compreende 300 quilômetros de rodovias federais regionais, que estarão sob a supervisão da nova chefe. “É um grande desafio, pois estamos na fronteira mais movimentada do país, com intenso fluxo de turistas e cargas.
Para fazer frente à esta demanda a nova responsável vai contar com mais de 100 policiais rodoviários, renovação permanente de viaturas e equipamentos, capacitação constante do efetivo. “Temos um quadro extremamente qualificado para cuidar desta região de fronteira”, explicou.
A PRF está em vias de ganhar uma nova sede, inclusive com mudança de endereço. Um posto será construído na região de São Miguel em substituição ao que funciona hoje nas proximidades de Foz do Iguaçu. “As tratativas para construção para a nova base estão sendo feitas entre o Ministério da Justiça e a direção da PRF em Brasília”, adiantou.
Trajetória
Formada em Direito, com especialização em Ciências Policiais e Direito Ambiental, Andressa Regene ingressou na PRF em 2016, pelo Estado de Rondônia, onde atuou na atividade operacional. No ano seguinte, foi removida para Brasília, exercendo funções na Assessoria Parlamentar e na Diretoria de Inteligência da PRF. Em 2020, retornou a Curitiba, sua cidade natal, onde foi chefe da Contra-Inteligência e do Gabinete da Superintendência da PRF no Paraná.
Andressa Regene se tornou a quinta mulher a ocupar uma chefia de delegacia no estado do Paraná. Até 2021, todas as delegacias da PRF no estado haviam sido comandadas por homens, o que reforça a relevância do momento na ampliação da presença feminina em cargos de liderança na PRF.